Neste sábado (29), Sesc Flamengo e Osasco abrem a série das quartas de final da Superliga Feminina, às 21h, no Ginásio José Liberatti. Confronto que pode dar ao Mengão a chance de retornar ao Rio de Janeiro a uma vitória da classificação, e a líbero Laís ressalta o foco da equipe em conquistar a vaga.
➕ Michelle aponta caminho para Sesc Flamengo vencer Osasco nas quartas da Superliga
Laís destaca o equilíbrio entre muitas equipes na primeira fase da Superliga. A diferença foi de cinco pontos entre o Sesc Flamengo, sexto colocado, e o Osasco, que terminou na terceira posição. Mas a atleta do Mengão reforça que o campeonato muda na fase de playoffs e projeta confronto difíceis contra o time paulista.
Prós
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“Seguimos trabalhando intensamente, em busca das vitórias e da melhor performance em quadra. Tem sido uma Superliga muito dura, equilibrada, com vários times se revezando nas primeiras posições. (…) Agora, é como se zerasse tudo, começa um novo campeonato. Temos pelo menos dois jogos dificílimos contra o Osasco, um adversário que dispensa comentários, mas queremos muito essas vitórias e vamos em busca delas”, disse.
Vale destacar que o Rubro-Negro venceu os dois duelos contra Osasco nesta temporada: triunfo 3 sets a 1 em São Paulo, seguida de triunfo por 3 a 0 no Maracanãzinho. Laís comenta o estudo do adversário para conseguir novos resultados positivos.
“A gente tem o costume de assistir muitos vídeos dos nossos adversários. Existe essa parte tática que é muito estudada. Buscamos mapear as jogadas, com a melhor colocação para passe, recepção, bloqueio… O vôlei é como um jogo de xadrez, requer muito estudo de todas as posições.”
Líbero do Sesc Flamengo comenta destaque nas estatísticas da Superliga
Laís é uma das melhores jogadores na estatística de aproveitamento na recepção da liga nacional. Ela fechou a primeira fase na segunda posição do ranking, com 68,21% e atrás apenas de Camila Brait, do Osasco, que apresentou 69,12%. Apesar de valorizar os números positivos, a atleta rubro-negra afirma que o foco está no coletivo.
“Acho que não tem segredo além de trabalho. O Bernardo está sempre exigindo o nosso melhor, o nosso 110%, e isso nos faz estar sempre evoluindo. Fico feliz pelas estatísticas, é claro, mas nosso foco está sempre no coletivo, principalmente na minha posição.”
“Se tivermos um bom volume e um fundo de quadra eficiente, facilitamos o trabalho da levantadora e das atacantes. A missão é essa: buscar velocidade, precisão no passe e eficiência na defesa para que o time possa jogar ainda melhor”
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