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Gabigol se torna maior artilheiro brasileiro em Libertadores

Gabigol, do Flamengo – Foto: Divulgação

COLUNA DO FLA: O Flamengo é tricampeão da Copa Libertadores da América! O título veio após o Mengo vencer o Athletico-PR por 1 a 0 no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil, no Equador. O herói da conquista foi o atacante Gabigol, que marcou o gol que deu ao Mais Querido o terceiro troféu da competição. Além disso, o tento também foi especial para o camisa 9, mas por outro motivo.

Com o gol do título marcado em cima do Athletico-PR, Gabigol chegou a 29 bolas na rede na Libertadores. Ao alcançar o feito, o camisa 9 passa a se tornar o maior artilheiro brasileiro da competição continental, ao lado de Luizão. O ex-atacante possui o mesmo número de tentos que o jogador rubro-negro no torneio e era o detentor do recorde, até ser igualado por Gabi.

Vale destacar que Gabigol foi artilheiro da Libertadores em duas ocasiões: nas edições de 2019 e 2021. Na primeira delas, o camisa 9 marcou nove vezes, duas delas na final contra o River Plate (ARG), e que garantiram o título do Flamengo naquele ano. Na segunda, o atacante rubro-negro fez 11 gols, mas acabou terminando como vice-campeão, ao perder para o Palmeiras na prorrogação.

Além das artilharias, Gabigol também possui gols nos momentos decisivos da competição. Esta foi a terceira final consecutiva que o atacante marca em finais de Libertadores. Em 2019, como dito anteriormente, foi autor dos dois gols contra o River Plate. Já em 2021, diante do Palmeiras, fez o único do Flamengo na partida. Agora, neste ano, o camisa 9 foi o responsável pelo tento do título em cima do Athletico-PR.

Agora, Gabigol tentará alcançar a marca dos maiores artilheiros da história da Libertadores. Atualmente, o camisa 9 é o sexto colocado no ranking, ao lado de outros quatro jogos. Já na parte de cima, quem ocupa a primeira posição é o equatoriano Alberto Spencer, com 54 gols. Em segundo, estão os uruguaios Fernando Morena e Pedro Rocha, com 37. Já em quarto e quinto estão o argentino Daniel Onega, com 31, e Julio Morales, do Uruguai, com 30.