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Flamengo pode montar superelenco mirando o Mundial

Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, comemorando título da Libertadores 2022 – Foto: Gilvan de Souza

BLOG DO ANDRÉ ROCHA: 2022 é o terceiro ano mais vencedor da história do Flamengo, só atrás de 1981 e 2019. E vale a lembrança de que chegou aos títulos de Libertadores e Copa do Brasil sem contar com dois dos principais jogadores do elenco: Rodrigo Caio e Bruno Henrique.

Com saúde financeira nos últimos anos e o cofre cheio pelas altas premiações das conquistas é possível pensar em elenco ainda mais reforçado para o ano que vem. A disputa do título mundial, único que falta para a geração que chegou ao clube em 2019, deve ser a meta a curto prazo para as contratações.

Um goleiro para a reserva de Santos, outro lateral direito para a vaga de Rodinei, mais volante aproveitando a brecha na folha salarial com a saída de Diego Ribas, um meia criativo de bom nível para ser o substituto de Arrascaeta e mais um centroavante, já que Pedro, novo “Rei da América”, virou titular.
É difícil vencer o Mundial. Ainda mais contra o Real Madrid. Mas a ambição para fevereiro, mesmo sem a conquista, pode gerar bons frutos mais à frente.

Se Dorival Júnior não for trabalhar para a CBF, a ideia dos dois times, o “das Copas” e o “do Brasileiro”, deve ser mantida. Até porque a tendência é a geração mais antiga “escolher” jogos e caberá às peças novas, sem a “barriga cheia” de títulos, lutar pelo tão sonhado ano perfeito.

Dependendo do acerto das contratações, o Flamengo pode montar o melhor elenco disparado da América do Sul e da própria história do clube. Se esse ano, com o fracasso da Era Paulo Sousa e um grupo de jogadores ainda desequilibrado no nível técnico, o time ganhou as copas e está em terceiro no Brasileiro, contratando bem no início do ano e com alguma estabilidade em toda a temporada é dever sonhar ainda mais alto.

É bem provável que o Mundial fique com o Real Madrid. Mas 2023 pode ser outro ano histórico para o maior campeão do século 21 no Brasil.