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"Eu nunca vi em 50 anos de futebol"; Zico traz bastidores sobre 'assalto' e polêmicas do Flamengo

Ídolo não escondeu nenhum detalhe sobre um ocorrido que gera discussões até os dias de hoje envolvendo o Mais Querido

O Flamengo entra em campo nesta terça-feira (9), podendo perder por até 1 gol de diferença que avança para a próxima fase, mas quer vencer novamente o Corinthians e chegar com moral nas semifinais. A equipe comandada por Dorival Júnior vem bastante embalada, enquanto o adversário vive um momento mais turbulento, com algumas desconfianças.

 



 

Ao falar justamente da Libertadores, um assunto que sempre foi considerado quente voltou a ser falado, especialmente por um nome que esteve dentro de campo: em 21 de agosto de 1981, no Serra Dourada, em Goiânia, o Rubro-Negro enfrentou o Atlético-MG pela competição continental, em uma partida que sequer ‘terminou’ e ficou marcada na história, especialmente pela revolta dos mineiros.

 

 

Naquele jogo, o árbitro José Roberto Wright expulsou 5 jogadores do Galo, forçando o fim do jogo por falta de jogadores no lado alvinegro. Durante uma entrevista ao podcast “Reis da Resenha”, da “Jovem Pan Esportes”, no YouTube, Zico, ídolo do Mais Querido, que estava em campo, contou os bastidores do confronto e revelou falas polêmicas do árbitro antes de começar a distribuir cartões vermelhos aos mineiros.

Não, nenhum motivo (para os atleticanos dizerem que Wright decidiu o jogo), e nem eles têm que achar que a gente ficou feliz com aquilo. Fizemos dois jogos maravilhosos, Flamengo e Atlético, tanto em Belo Horizonte quanto no Rio de Janeiro, ambos foram 2 a 2, jogaços. Quem ganhasse aquele jogo seria, com certeza, o campeão da Libertadores pelos outros times que a gente via por ali”, começou por dizer.

 

Foto: Fernando Soutello/AGIF - José Roberto Wright foi acusado de beneficiar o Flamengo.
Foto: Fernando Soutello/AGIF – José Roberto Wright foi acusado de beneficiar o Flamengo.

 

Aconteceu uma coisa que eu nunca vi em 50 anos de futebol que eu tenho. Um juiz chamar os dois times, chamar os capitães para poder ‘vai lá falar para o time de vocês que a primeira falta que alguém fizer por trás, eu vou expulsar, não tem mais cartão amarelo’. Porque o jogo estava pau daqui e dali, jogavam bola, mas estava violento. 5 minutos depois que o jogo reiniciou, o Reinaldo me dá uma tesoura por trás, eu olhei e falei ‘p***, poderia ser todo mundo, menos você, cara’. Eu estava no campo do Flamengo ainda, se eu estivesse lá perigando, mas ali não. E aí ele (Wright) expulsou. Ele avisou. E nós, capitães, que eram eu e o (Toninho) Cerezo, ou o Chicão, não sei, avisamos. O jogo parou para a gente falar com os nossos jogadores, eu nunca vi isso. E aí depois tem uma falta ali, o cara fala coisas ali dentro do campo que, se tivesse leitura labial, aí o pessoal daria razão para ele“, prosseguiu.

“Mereceram. Os três primeiros, os outros dois não, já foram para não ter mais jogo mesmo, aí é diferente”, disse, antes de concluir.

 



 

Irrita porque não foi isso que fez o Flamengo ser campeão (da Libertadores). E o Wright tem um lance Bangu x Fluminense, que muita gente dizia que ele era tricolor, que um pênalti claríssimo do Vica no Cláudio Adão, no último minuto de jogo, o Fluminense estava ganhando de 1 a 0, ele não deu, mandou seguir o jogo e, até hoje, falam que ele favoreceu o Fluminense. Ele estava apitando naquele período em outro estado, não no Rio de Janeiro. Ele não era um árbitro do Rio de Janeiro, finalizou.

Fonte: Bolavip

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