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“É nítido que o Vitinho não tem perfil pra Flamengo”

Vitinho, do Flamengo – Foto: Alexandre Vidal

TORCEDORES: Por Bruno Romão

Vaiado contra o Coritiba, Vitinho vem de uma temporada discreta no Flamengo. Neste contexto, Edmundo destacou que o camisa 11 não tem perfil para vestir a camisa do Flamengo. Isso porque o atleta não demonstra dedicação em campo, algo que é o principal fator para as fortes críticas que o meia-atacante está recebendo. Sendo assim, existe uma grande possibilidade da diretoria não renovar o vínculo do jogador.

Apesar disso, Edmundo apontou que Vitinho, defendido por Dorival Júnior, não merece ser perseguido pela torcida do Flamengo. Como nunca causou problemas nos bastidores, em uma noite de vitória do clube, as vaias foram reprovadas pelo ‘Animal’.

“Eu acho injusto (vaiar o Vitinho). O atleta foi contratado, faz parte do elenco, não chega atrasado e não falta. O erro maior está em quem contrata. Está muito nítido que ele não tem perfil para jogar no Flamengo. O jogador do Flamengo precisa ser vibrante, aguerrido, se superar na garra e disposição quando não está bem. O Vitinho não é esse (jogador). Acaba o contrato dele no final do ano, agradece pelos serviços prestados porque foi importante em alguns momentos, mas não precisa vaiar, principalmente em uma noite que o Flamengo venceu”, disse em seu canal no YouTube.

Projetando uma trajetória vitoriosa no Flamengo, Vidal precisa conquistar a torcida dentro de campo. Por conta disso, Edmundo citou que o chileno precisa de total comprometimento para fazer jus a escolha da diretoria em contratá-lo.

“É um jogador que vai trazer uma experiência gigantesca, mas talvez não tenha a mesma intensidade. Se ele tivesse, ficaria na Inter de Milão. Futebol tem começo, meio ou fim. Não acho que ele venha terminar a carreira no Brasil. Há quem ache que é muito fácil jogar no Brasil. O Hulk veio da China e arrebentou, mas não é sempre assim. Outros não conseguem desenvolver o melhor futebol porque se joga muito, tem muito deslocamento, calor, etc. Vamos ver. O Rio de Janeiro, embora seja uma cidade violenta, recebe bem as pessoas de fora. Ele tem que entender que precisa jogar. Aqui não é Mundo Árabe que se curte férias e, de vez em quando, se joga bola. Aqui precisa se dedicar“, pontuou.