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“Tem a cara do Flamengo”

Arturo Vidal e Gabigol, do Flamengo, se abraçando – Foto: Divulgação

TORCEDORES: Por Danielle Barbosa

Feliz com a classificação do Flamengo às quartas de final da Copa do Brasil, Gabigol já está de olho na parceria com as novas contratações. Em entrevista após a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, nesta quarta-feira (13), o camisa 9 deu as boas-vindas ao chileno Arturo Vidal. O volante de 35 anos foi oficializado como reforço logo após a partida diante do Galo.

Gabigol ainda lamentou as saídas de Willian Arão e Andreas Pereira, entretanto, destacou o processo de reformulação do elenco, e demonstrou ansiedade em formar parceria de ataque com Everton Cebolinha.

– O Flamengo está em reestruturação. Perdemos o Arão, que é um ídolo, uma perda considerável. Perdemos o Andreas, que era craque de bola, tanto que foi para Premier League. Chegaram Vidal, Cebolinha… Nós estamos ansiosos para estrear juntos. O Vidal também, nem se fala. Ele tem a cara do Flamengo. Que possa se divertir no Rio de Janeiro, que ele possa trabalhar bastante e ajudar o Flamengo — disse Gabigol.

Gabigol também falou sobre o momento do time, que ainda está se adaptando ao trabalho do técnico Dorival Júnior. O atacante destacou a juventude do elenco e afirmou entender a falta de paciência da torcida. Entretanto, destacou que o clube precisa do apoio.

— O Flamengo é um time em reformulação. A gente perdeu dois jogadores, estão chegando mais alguns. Temos muitos jogadores jovens, muitos sem sequência. A gente sabe que é difícil a torcida ter essa paciência, mas a gente precisa do apoio deles. Se continuar como está, com confiança e a evolução constante… No final do ano, quando interessa, se a gente chegar bem, temos chance de fazer um grande ano. Foi um jogo que mostra para gente que estamos no caminho certo. E, para torcida, que o apoio nos deixa muito fortes – avaliou.

Por fim, em entrevista à Fla TV, Gabigol comentou a possibilidade da vitória sobre o Atlético-MG ajudar o Flamengo na sequência da temporada.

– Se perder sábado já é vaia, estou brincando. Mas acho que pode ser um divisor de águas. Jogamos contra uma grande equipe e grandes jogadores. Sabíamos que tínhamos que nos doar ao máximo para fazer resultado. Conseguimos com o apoio da torcida, obviamente. Acho que treinamos muito bem nesses dois dias, o professor foi muito feliz nas escolhas e nos movimentos. Fico muito feliz em saber que os gols foram trabalhados, gols que a gente pôde trabalhar no dia a dia — opinou.