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Reforço do Atlético de Madrid passou pelo Flamengo e negou Corinthians

Crédito: Divugação / Gil Vicente

O Atlético de Madrid anunciou como reforço para a temporada um atacante brasileiro pouco conhecido por aqui. Samuel Lino, que brilhou com a camisa do Gil Vicente, em Portugal, onde ficou de 2019 a 2021, chamou a atenção do clube colchonero, que o contratou em definitivo. Pelo Gil Vicente, foram 101 jogos, com 27 gols e seis assistências. Porém, o que poucos sabem é que Samuel Lino passou pelo Flamengo, ficou ligado ao São Bernardo por vários anos, e recusou jogar pelo Corinthians.

Em entrevista ao Globoesporte.com, o atacante lembrou a passagem pelo Flamengo, no início da carreira, onde conquistou a Copa São Paulo de Futebol Júnior, mas não foi feliz.

“Não foi uma boa experiência para mim, não escondo de ninguém. Não foi um lugar onde fui o Samuel Lino de sempre. Não fui feliz, não me sentia bem e não me sentia acolhido”, admitiu o atacante.

“As coisas acabaram não correndo bem dentro de campo. Em 2018 tive a felicidade de ser campeão da Copinha, participando de alguns jogos. Foi o primeiro título importante que eu ganhei. Tive uma fase boa depois da Copinha, mas conversamos e achamos que o melhor era eu sair e voltar para São Bernardo.”

Ele explicou a diferença entre a base e o profissional, além de apontar que não fez grandes relacionamentos no Flamengo.

“No profissional e na base é muito diferente. No profissional você corre pela família do outro. Você tem o grupo mais fechado e mais unido. Na base o que faltou um pouco foi isso. Eu tive o acolhimento e amizade de poucos, um ou dois.”

Recusa ao Corinthians após deboche de segurança

O jogador ficou ligado ao São Bernardo por cinco anos, sendo emprestado ao Flamengo, e posteriormente acertando como reforço do Corinthians. Porém, quando foi se apresentar ao clube, um episódio levou à recusa ao Timão. Ainda ao Ge, Samuel Lino revelou que um segurança “debochou” dele e de seu empresário.

“Tive esse convite do Corinthians e falei “vamos sim””, iniciou Lino, que logo seguiu.

“Marcamos o dia de apresentar lá, conhecer toda a estrutura, conhecer o diretor e cheguei com meu empresário lá no Parque São Jorge. Fomos encontrar com o diretor da base e quando nos apresentamos no portão de entrada o segurança falou em tom de deboche que a pessoa que nós procurávamos não estava lá, estava em uma reunião. Ele falou ‘sabe o que você pode fazer? Pode ir almoçar e depois você volta aqui’ num tom de ironia e de deboche. Meu empresário já ficou muito bravo porque achou que tinha sido uma falta de respeito deles, já que o segurança estava representando o Corinthians.”

Fonte: Torcedores