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Braz e Spindel armam ‘queda de braço’ com diretoria para manter meio-campista criticado no Flamengo

Depois de uma vitória expressiva contra o São Paulo no último domingo (17), por 3 a 1, e um empate em um jogo muito elogiado pela imprensa diante do Palmeiras, no 0 a 0 de quarta-feira (20), o Flamengo conseguiu amenizar a crise interna que viveu nas últimas semanas. Entretanto, um ponto que já vinha sendo pautado antes mesmo dos protestos no Ninho do Urubu segue indefinido: o futuro de Andreas Pereira.

O meio-campista começou em alta sua trajetória no Flamengo, mas viveu momentos inconstantes e ficou duramente marcado pela falha na final da última edição da Copa Libertadores da América, quando perdeu a bola para Deyverson na prorrogação, o que resultou no gol da vitória e consequentemente o título do Palmeiras. Desde então, tem sido criticado corriqueiramente pela torcida rubro-negra.

Somado a pressão externa, Andreas teve episódios de confusões dentro de campo, e também perdeu a posição no elenco, com João Gomes, Thiago Maia e Willian Arão, agora zagueiro, como os principais meio-campistas do time de Paulo Sousa. Com isso, torcedores e parte do clube passou a questionar a necessidade da compra em definitivo do jogador junto ao Manchester United, que custaria cerca de R$ 60 milhões.

Entretanto, de acordo com a apuração do jornalista Venê Casagrande, o departamento de futebol do clube carioca, liderado por Marcos Braz e Bruno Spindel, ainda mantém a posição de que Andreas deve ser comprado do clube inglês. Seu contrato de empréstimo se encerra em junho, e grande parte da diretoria, principalmente Rodrigo Tostes, é contra a decisão, criando uma “queda de braço” interna.





Fonte: Bolavip