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‘Não duvidamos do Gabigol, mas ele pode ter escutado uma coisa e a pessoa ter falado outra’, declara presidente do Fluminense

Foto: Reprodução

O Fla-Flu tinha tudo para ser um bom jogo de futebol, mas ficou marcado por confusões e ofensas racistas. No intervalo da partida, o atacante estava se dirigindo ao vestiário quando foi chamado de macaco por torcedores do Fluminense. No vídeo, gravado pela jornalista Isabelle Costa, claramente dá para ouvir os xingamentos ao atacante. É importantíssimo lembrar que racismo é crime inafiançável.

Na manhã desta segunda-feira, o assunto virou pauta do programa “Redação SporTV”. Os jornalistas abordaram o assunto e criticaram a nota que o clube emitiu logo após o jogo. Depois de toda repercussão, deram espaço para o presidente do Fluminense se pronunciar. Mário Bittencourt poderia ter aproveitado a oportunidade de pedir desculpas, mas preferiu duvidar de algo que está mais do que claro no vídeo.

“Uma jornalista faz um vídeo lá de cima e diz que houve a ofensa racista. Depois, um influenciador diz que teve a impressão. Só depois o Gabigol fala que aconteceu. A gente entende que ele pode não ter escutado isso.”

“A gente não duvida da palavra do Gabigol, mas ele pode ter escutado uma coisa e a pessoa ter falado outra. Talvez ele não tenha escutado a ofensa racista, e depois, vendo o vídeo, tenha entendido isso.”

“A gente espera que o Gabigol nos ajude a identificar quem supostamente fez a ofensa. Fluminense é totalmente contra. Se realmente houve, iremos punir a pessoa administrativamente, e esperamos que a Justiça também puna,” concluiu Mário Bittencourt.

 

 

Publicado em diariodofla.com.br