Flamengo teve queda de 57% no número de sócio-torcedores durante a pandemia

Vale destacar que, antes do início da difusão do vírus, o Rubro-Negro tinha cerca de 120 mil sócios torcedores.

Torcida do Flamengo na Arena Corinthians – Foto: Alexandre Vidal

COLUNA DO FLA: Desde o início da pandemia da Covid-19, os clubes brasileiros sofrem com diversos problemas. Entre os muitos empecilhos, a ausência de público é apontado como o maior, visto que zera os números de bilheteria. Além disso, também traz quedas aos números dos sócios torcedores e o Flamengo foi um grande afetado. Isso porque, mesmo com a reformulação proposta pela diretoria, o Mais Querido ainda perdeu cerca de 57% dos adeptos no período.

Vale destacar que, antes do início da difusão do vírus, o Rubro-Negro tinha cerca de 120 mil sócios torcedores. Os números expressivos faziam parte de um plano interessante de prioridade na compra de ingresso e benefícios em produtos do clube. Contudo, sem a abertura dos estádios, o programa caiu para cerca de 70 mil adeptos, uma queda brusca, mas compreensível para o momento atual do Mais Querido. Apesar disso, os números não condizem com o planejado antes da pandemia, visto que o orçamento esperava um aumento significativo neste departamento.

Dessa forma, em busca de remodelar o sistema e reter os sócios torcedores no programa, a diretoria trouxe diversas mudanças para o ‘Nação’. Entre eles, os benefícios na FlaTV e estímulos para pequenos empreendedores prometiam ‘bombar’. No entanto, as novas ideias não renderam frutos ao Flamengo e a diretoria já começa a pensar em novas alternativas para o departamento. Claro que a paixão dos torcedores não mudou, mas o ‘ir ao estádio’ faz falta e clube terá de encontrar soluções para este problema.

Em meio à crise, dentro e fora de campo, o Mais Querido tenta reencontrar o caminho das vitórias e apaziguar o ambiente no Ninho do Urubu. Para isso, contudo, o Flamengo precisa vencer a Chapecoense neste domingo (11), às 18h15 (horário de Brasília), no Maracanã.