“Eu torcia para o São Paulo, mas meu filho vai ser flamenguista, com certeza”, diz Rodrigo Caio

Desde que chegou ao Flamengo, o zagueiro já acumulou nove títulos, e soma 105 títulos, com cinco gols anotados.

Rodrigo Caio vibrando pelo Flamengo – Foto: Divulgação

DIÁRIO DO FLA: Destaque o Flamengo nas últimas temporadas, o zagueiro Rodrigo Caio participou na última quinta-feira do programa ‘Coisa de Crente’, da ‘NETFÉ.TV’, serviço de streaming voltado para o público cristão. Durante a participação, o defensor relembrou um atrito com um ex-treinador do São Paulo e também falou sobre o time do coração do filho Bernardo, nascido no início do ano.

“Era muito jovem quando estreei no São Paulo, tinha 17 anos. Infelizmente, não tive a oportunidade de ganhar títulos – que é o que marca. Em 2018 eu tive uma lesão, duas semanas antes da Copa do Mundo. Estava na disputa com o Geromel e acabei não conseguindo ir, acredito muito pela questão da minha lesão”, disse Rodrigo Caio, antes de complementar:

“Depois desse momento eu acabei perdendo espaço no São Paulo, chegou um treinador que na minha visão não foi leal comigo da forma que eu gosto de ser com as pessoas. E ali foi o primeiro momento que eu senti que era hora de eu sair do São Paulo, senão eu acabaria com a minha carreira. Não era mais feliz e não estava me sentido bem. Comecei a ouvir propostas e a proposta do Flamengo me encheu os olhos”, completou.

Rodrigo Caio passou grande parte da carreira no São Paulo, de 2011 até 2019. Desde que chegou ao Flamengo, o zagueiro já acumulou nove títulos, e soma 105 títulos, com cinco gols anotados. Ao pastor Juninho, que apresentava o programa, o zagueiro também falou sobre a escolha de posição na carreira.

“Sempre fui apaixonado por futebol. Eu torcia para o São Paulo, mas aprendi no futebol que depois que vira um atleta profissional você deixa isso de lado e perde essa questão de time, pois é sua profissão e você deixa de pensar com o coração. Meu filho vai ser flamenguista, com certeza”, disse o zagueiro, que completou:

“Jogava de volante, mas meu pai me disse: ‘Sempre quando a gente está em uma peneira tem muito jogador de frente, e zagueiro nunca tem. A partir de hoje você vai virar zagueiro, além de você ser bom na posição, você vai ter mais facilidade de atingir os objetivos que você quer”, encerrou Rodrigo Caio.

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