Flamengo quer a paralisação do Brasileiro durante a Copa América

O clube solicitou a intervenção do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para paralisar o Brasileiro durante a disputa da Copa América.

Gabigol, Everton Ribeiro e Arrascaeta no Flamengo – Foto: Alexandre Vidal

DIÁRIO DO FLA: O vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee de Abranches, utilizou as redes sociais na madrugada desta sexta-feira para falar da vitória contra o Coritiba e a situação que o Mengão vive com os desfalques cedidos para o Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai, que estarão cedidos para suas seleções disputarem a Copa América. Segundo o cartola do Mais Querido, o clube solicitou a intervenção do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para paralisar o Brasileiro durante a disputa da Copa América.

“Não podemos prosseguir sacrificando as competições nacionais e os clubes para fazer frente às seleções. Não dá para retroceder. Por conta desse desequilíbrio, o Flamengo se socorreu ao STJD, para que, como em 2019, seja paralisado o Campeonato durante a Copa América. Não estamos sendo ouvidos pela CBF, o que nos fez pedir a intervenção da justiça desportiva. É a oportunidade que temos de rever certos conceitos. Não há como privar alguns clubes de seus melhores jogadores e outros não. Os clubes não podem continuar a jogar suas chances nas competições e os milhões investidos pelo ralo para promover torneios da seleção. Precisamos repensar o futebol brasileiro. Há que se respeitar o regulamento das competições que prevê que a base de tudo é a isonomia”. Confira análise completa da vitória do Mengão no Couto Pereira.

O dirigente rubro-negro revelou que o Flamengo é a favor da Seleção, mas que a CBF tem que buscar o equilíbrio entre os participantes do campeonato.

“A CBF precisa promover o equilíbrio das competições. A base da competição é a isonomia entre os concorrentes e isso está no artigo primeiro do regulamento. Somos a favor da seleção, mas com paralisação do campeonato. O mundo civilizado funciona assim. Acreditamos que a justiça será feita. Quem trabalha com verdade e com ética não pode deixar de buscar seus diretos. O regulamento precisa ser cumprido. Há que se ter igualdade de oportunidades entre os participantes e isonomia. Basta ler o regulamento”, disse.

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