Milton Neves defende Havan no Flamengo: “Sem patrocínio, clube fecha”

Se o anunciante não estiver devendo nada judicialmente, não há o que se falar… E, convenhamos, não dá para meter a política em tudo.

BLOG DO MILTON NEVES: Na tarde desta segunda-feira, causou grande desavença nas redes sociais o anúncio de que a loja Havan passará a anunciar nas mangas da camisa do Flamengo.

E o motivo de tamanha discórdia é que muitos rubro-negros não aceitaram muito bem a ideia de o clube estampará em sua camisa a marca comandada por Luciano Hang, empresário assumidamente bolsonarista. Mas que tamanha besteira, não é mesmo? Gente, sem patrocínio o clube FECHA! E não só o clube, como a TV, o site, o jornal, a revista, a rádio… Ainda mais na situação econômica atual, acertar com um cliente tão grande é motivo de comemoração, e não de discórdia.

Ele é dono de uma empresa como outra qualquer, como Casas Bahia, Magazine Luiza, Lojas Americanas, etc. Se o anunciante não estiver devendo nada judicialmente, não há o que se falar… E, convenhamos, não dá para meter a política em tudo quanto é assunto, não é mesmo?

Então quer dizer que se o Messi for lulista os flamenguistas bolsonaristas não o aceitarão na Gávea? Ou se o Cristiano Ronaldo votar no Bolsonaro os rubro-negros de esquerda não aceitarão que o português jogue pelo Fla? Ora, saibamos separar as coisas…

E esse Luciano Hang, convenhamos, é um fenômeno. Num piscar de olhos, ergueu uma loja monumental no final da Castelo Branco, onde era um terreno baldio, e o local hoje vive lotado de clientes. Vamos deixar a política de lado e vamos enaltecer quem, em plena pandemia, está gerando milhares de empregos, direta e indiretamente.

Ah, e antes que deliquentes verbais movidos pela inveja e pela insignificância comecem a falar que a Havan é ou será minha cliente na publicidade, deixo claro que nunca foi e que não conheço o empresário Luciano Hang. Mas, se ele quiser anunciar no Grupo Bandeirantes, o nosso departamento comercial saberá muito bem como acolhê-lo.

Mas é aquilo de sempre: trata-se de um empresário não político que paga impostos, gera emprego e que hoje tem um conglomerado admirável. E que ele seja feliz votando no Lula, no Bolsonaro, no Ciro, no Amoedo, no Rodrigo Pacheco, ou em qualquer outro.

Vamos deixar o cara construir e agilizar a economia! E deixem de olho gordo travestido de política!

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