Para Sormani, Rogério Ceni é o maior adversário do Flamengo

O comentarista Fábio Sormani voltou a criticar o trabalho de Rogério Ceni no Flamengo após derrota para o Vasco no Campeonato Carioca. O comentarista não acredita que Rogério tenha condições de ser o treinador do Flamengo, e além disso, acha que ele será o maior impeditivo de crescimento para o rubro negro.

“(Ceni) Carregou tudo nas costas dos jogadores. ‘A minha parte eu fiz’. Quando ele fala em erro técnico, não é dele, é do jogador em campo. Quando ele fala do gol de bola parada, ele acrescenta ‘treinamos muito essa jogada’, ou seja, ‘minha parte eu fiz’. (…) O maior adversário do Flamengo não é o River Plate, o Boca, o Palmeiras, o Atlético, o Grêmio, o Internacional… O maior adversário do Flamengo chama-se Rogério Ceni, ou seja, ele próprio”, disse o comentarista, que continuou:

“Vocês repararam que os dois títulos que o Rogério Ceni ganhou ele não ganhou (o jogo)? Ele perde para o São Paulo no Morumbi e fica torcendo pro Internacional não fazer um gol em Porto Alegre. E ele empata com o Palmeiras na Supercopa do Brasil e vence nos pênaltis. Não acho que o Rogério está entregando o que esse time pode oferecer a ele. Já disse que acho o Flamengo muito superior aos demais times do futebol brasileiro, mas o Rogério se encarrega de colocar o Flamengo no mesmo patamar de Palmeiras, Atlético, Grêmio, Internacional, São Paulo”

Títulos não absorvem erros de Rogério Ceni

A torcida do Flamengo tem sido muito crítica ao trabalho de Rogério Ceni. Os títulos serviram apenas para encobrir uma insatisfação que aparenta ser crescente e que Rogério em nenhum momento demonstra evolução.

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O sistema defensivo com o treinador é tão ruim quanto com Domenec, o Flamengo simplesmente não consegue ser um time seguro e estável em campo. Além disso, demonstra uma capacidade de criação de jogadas bastante limitada em relação ao trabalho de Jesus e até na época de Dome.

Contra o Vasco, o Flamengo cruzou mais de 30 bolas na área, demonstrando uma enorme falta de repertório e obviedade com a bola nos pés. Algo que não é incomum em jogos do Flamengo de Ceni, e que se repete, para desespero do torcedor.

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