“Não depende só do Willian”; Feliz, Arão indica que pode encerrar sua carreira no Flamengo

meio-campista é um dos líderes do Flamengo na temporada; jogador fará seu jogo de numero 279 pelo Rubro-Negro contra o Fluminense

 Ainda vivo na briga pelo título do Campeonato Brasileiro, o Flamengo recebe nesta quarta-feira (6), às 21h30, o Fluminense no Maracanã. Além de ser um jogo decisivo para o Rubro-Negro, a partida tem um sabor especial para um dos líderes do elenco: Willian Arão. O volante, que é um dos atletas que mais atuaram na temporada até aqui, completará o seu jogo de número 279. O meia diz estar vivendo um sonho no Mais Querido nestas 5 temporadas. Em entrevista à equipe de reportagem do Globoesporte.com, revelou que viveu de tudo um pouco no clube. 

“É um sonho diário o que eu vivo. Na minha vida as coisas nunca foram fáceis. Sempre tive que tentar mais, escutar mais… para poder ter, alcançar. Todos esses anos no Flamengo, desde o primeiro dia, me disseram que era diferente, que teria altos e baixos.  e que precisaria ter um mental forte”, disse o volante.

Durante o bate-papo, Arão também falou da possibilidade de encerrar sua carreira no Flamengo. O volante afirmou que gostaria de ficar mais tempo no Rubro-Negro, pois gosta de trabalhos longos, explicando, no entanto, que para isso acontecer, é preciso que os cartolas do time carioca queiram a sua permanecia até o fim de seu ciclo no futebol. 

“Meu plano de carreira sempre foi de ter longevidade. Claro que nem sempre é possível, porque muitas coisas influenciam. Se eu falar que imaginava depois de seis anos ser ainda o titular do Flamengo, não. Mas minha cabeça nunca foi sair. Aprendi a amar o clube. Estou muito feliz. Meus filhos nasceram comigo jogando aqui. Agora se me perguntar: William, você quer terminar a carreira aqui? Difícil dizer, não depende só do William. Mas quero ficar o máximo de tempo possível, e em alto nível, porque é o que o Flamengo pede”, ressaltou Arão. 

Por fim, o volante, que viveu altos e baixos no clube, comentou sua relação com a torcida que tanto o elogiou e criticou nesses 278 jogos com o Fla: “Para mim é uma honra defender o Flamengo 278 vezes. Quando eu era criança, queria vestir a camisa de um clube grande, fazer história e jogar em um dos maiores templos do futebol. É um sonho diário o que eu vivo. Mas é a resiliência. Na minha vida as coisas nunca foram fáceis. Sempre tive que tentar mais, escutar mais. para poder ter, alcançar. Todos esses anos no Flamengo, desde o primeiro dia, me disseram que era diferente, que teria altos e baixos e que precisaria ter um mental forte. Se eu jogasse bem nos 278 jogos, eu seria um mito. Mas sou ser humano. Com as trocas de sistema, de técnico, é normal jogar pior ou não. Mas se dá o melhor e se dedica, uma hora as coisas acontecem. Sei da minha qualidade e sabia que meu papel seria reconhecido”, concluiu.

Fonte: Bolavip

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