Apelo do elenco e de torcedores do Flamengo não interferem, e diretoria mantém postura em relação a Diego Alves

Goleiro tem proposta em mãos para renovar com o Rubro-Negro, mas valores são inferiores aos que Bruno Spindel alinhavou em outubro

Faixa de capitão concedida por Rogério Ceni, apoio explícito do elenco e auxílio dos torcedores do Flamengo nas redes sociais com a #RenovacomDiegoAlves

O desejo de todos ao redor da situação é o mesmo: a permanência de Diego Alves. A comoção, entretanto, não irá interferir na postura da diretoria do Flamengo. A renovação de contrato do goleiro só irá acontecer se o camisa 1 aceitar a oferta feita anteriormente, com salário em torno de R$ 600 mil em um ano de contrato. Internamente, todos entendem que o montante já é uma ótima proposta.

A oferta tem valores menores do que à que foi aceita por Diego Alves e seu representante no fim de outubro, após reunião com Bruno Spindel. O problema é que o diretor executivo do Flamengo alinhavou o acerto com o estafe do goleiro sem consultar o Departamento Financeiro do clube, que vetou os números por ultrapassar o orçamento previsto para 2021.

Os números acertados entre Diego Alves e Bruno Spindel, no fim de outubro, foram: salário de R$ 700 mil, com dois anos de contrato. O Departamento Financeiro do Flamengo, com a anuência do presidente Rodolfo Landim, descartou qualquer possibilidade de ter acerto com esses valores, e o Departamento de Futebol teve que acatar a decisão a contra gosto.

Agora, Diego Alves tem a faca e o queijo na mão para decidir o seu futuro. Aceita a proposta do Flamengo, que contém aumento salarial mesmo em período de queda de receita por conta da pandemia da Covid-19 ou se despede do Rubro-Negro após três temporadas.

Enquanto isso, Diego Alves desfruta os seus possíveis últimos dias de Flamengo. Antes do término do contrato, o goleiro tem mais dois jogos pela frente, contra Bahia, dia 20, e Fortaleza, dia 26.