Diretoria cobra respostas do Departamento médico e mudanças são projetadas no setor

O ano de 2020 tem sido complicado para o Flamengo, no quesito Departamento médico.  Em meio ao acúmulo de lesões, e demora para recuperação, o setor que, antes era de excelência, passou a ser muito questionado por dirigentes e torcedores. O médico do Flamengo Dr. Márcio Tannure ainda falou com a imprensa sobre o setor, mas não agradou nem a imprensa e nem a diretoria rubro-negra, que agora, cobra respostas.

Além das recorrentes lesões nos atletas, a mudança de  profissionais não caiu bem quanto se esperava. A chegada do preparador físico Rafael Winicki e do fisioterapeuta Diego Paiva não agradaram. A cúpula de futebol tem feito pressão para explicações do atual momento do setor, inclusive Marcos Braz conversou diretamente com Tannure sobre o tema.

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Internamente, as justificativas de Tannure na coletiva da semana passada, foram vistas como insuficientes, até porque, o médico generalizou a maior parte das respostas, apesar de assumir a responsabilidades por todas as decisões tomadas no setor. Somando-se a isso, alguns funcionários do Flamengo reclamam do salário que é pago pelo clube, isso porque, é mais baixo do que os outros três grandes times do Rio, no entanto, os novos profissionais contratados chegaram com preços mais altos, causando desgaste interno.

Com esse problema para se resolver, o rubro-negro encara o Racing-ARG pela segunda partida das oitavas de final da Libertadores. a partida será nesta terça, às 21h30, no Maracanã. Devido ao placar de 1 a 1 na Argentina, o clube carioca tem a vantagem do empate sem gols, além de decidir a classificação jogando em casa.

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