O “choro” não para! Campello desafia CBF a abrir aúdios do VAR da partida contra o Fla

O Flamengo virou a partida contra Vasco da Gama no último sábado e saiu vitorioso de campo, pelo placar  2 a 1, no entanto, para o Presidente do cruzmaltino, Alexandre Campello, o jogo ainda não acabou. Tudo isso por causa do lance no qual o Vasco chegou a empatar a partida, mas o tento foi anulado após o VAR ter apontado impedimento.

Em entrevista ao programa ‘Sportscenter’, da ESPN, no último domingo, o presidente do cruzmaltino, Alexandre Campello, detonou a atuação da arbitragem no Clássico dos Milhões.

O mandatário reclamou do impedimento de paredes, que resultou no gol de Cano, assim como da aplicação de dois cartões amarelos para seus atletas e a ‘não-expulsão’ do capitão rubro-negro, Diego Ribas.

Campello cobrou transparência no árbitro de vídeo e ainda desafiou a CBF a liberar o áudio do VAR:

— Mais uma vez o Vasco é prejudicado com o VAR. Se você fizer uma estatística, vai ver que as decisões do VAR são, em sua absoluta maioria, desfavoráveis ao Vasco. O que a gente não vê em clubes como Flamengo e Corinthians. O Vasco está cansado de ser prejudicado, de ser garfado. Eu quero ver auditoria nas decisões do VAR. Eu quero desafiar a CBF a abrir os áudios do VAR, fazer a auditoria externa nessas decisões para, aí sim, a gente acreditar no VAR -, disse o mandatário, que continuou:

— Para que a gente possa acreditar que a pessoa que está por trás das câmeras, que a gente não sabe quem é, que está manipulando o áudio, não tem interesse em A,B ou C. Nós estamos vivendo um momento em que se fala muito de transparência. Quero ver a CBF dar essa transparência que o mundo de hoje exige, abrindo os áudios para gente ouvir o que os caras estão falando lá fora. O Vasco está cansado de ser prejudicado pelo VAR e pela arbitragem -, finalizou Campello.

Com mais essa vitória sobre o Vasco, o Flamengo ampliou a sequência de invencibilidade sobre o rival. Já são 16 jogos sem saber o que é perder para o cruzmaltino. A última vez em abril de 2016, ou seja, mais de quatro anos atrás.

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