Fla debate contrato com Adidas após decepções com a patrocinadora; vínculo vai até 2023

FOTO: ALEXANDRE VIDAL / FLAMENGO

Para o Flamengo, só faltou conquistar o mundo em 2019. Ano histórico para o clube carioca, o Rubro-Negro se sagrou campeão do Campeonato Brasileiro e da Libertadores da América. Os dirigentes esperavam bater recordes de vendas de camisas devido ao sucesso dentro das quatro linhas. No entanto, depois de alguns cálculos, não foi isso que aconteceu, gerando insatisfação com a Adidas, fornecedora de material esportivo.

Isso porque, as vendas de camisas de 2019 ficaram atrás de 2009, ano em que o Flamengo se sagrou hexacampeão brasileiro. Naquela época, a fornecedora era a Olympikus, que supriu a demanda exigida. A Adidas, por sua vez, não conseguiu fazer o mesmo. A atual patrocinadora, que tem contrato com o Fla até 2023, teve o estoque zerado ainda em dezembro, e se viu obrigada a antecipar o lançamento da camisa 1 desta temporada.

O Flamengo ficou insatisfeito com a atitude da fornecedora, que ficou sem camisa para vender justamente quando os torcedores mais procuraram o material para comprar. A informação foi divulgada primeiramente pelo Uol Esporte. A relação entre as partes, no entanto, já está estremecida desde quando a Adidas atrasou o pagamento de R$ 8,8 milhões previstos no primeiro semestre, alegando estar sem recursos devido à pandemia do novo coronavírus.

Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice de Relações Externas do clube, Gustavo Oliveira, vice de comunicação, Bruno Spindel, diretor de futebol, e Gabriel Skinner, gerente de futebol, se reuniram no Ninho do Urubu na tarde desta terça-feira (25). Spindel e Skinner já passaram pelo setor de Marketing do Fla e conviveram com a Olympikus em 2009, por isso foram chamados para a conversa. A ideia é debater alternativas e possíveis ajustes no vinculo com a patrocinadora atual.

Deixe uma resposta