Flamengo rejeita proposta do Grupo City por Vinicius Souza e quer estender vínculo do volante

Empresa esportiva do governo dos Emirados Árabes que é dona de nove clubes pelo mundo, fez oferta pelo jovem de 20 anos, mas o Rubro-Negro quer aumentar contrato do jogador

O Flamengo rejeitou nas últimas horas uma proposta do Grupo de Futebol City, empresa esportiva do governo dos Emirados Árabes que é dona de clubes de futebol no mundo, pelo volante Vinicius Souza, pupilo do técnico Jorge Jesus. O Grupo City atualmente tem nove clubes: Manchester City (Inglaterra), New York City (EUA), Melbourne City (Austrália), Yokohama Marinos (Japão), Girona (Espanha), Sichuan Jiuniu (China), Mumbai City (Índia), Montevideo City Torque (Uruguai) e Lommel SK (Bélgica).

Segundo apurou a reportagem com fontes ligadas ao Flamengo, a oferta foi trazida pelos agentes de Vinicius Souza, que têm boa relação com os representantes do Grupo City. Os empresários, entretanto, souberam nesta terça-feira que a diretoria do Rubro-Negro não aceitou a proposta, que girava em torno de € 4 milhões, cerca de R$ 20 milhões, a pedido do técnico Jesus, que quer contar com o jovem no elenco para a disputa da temporada 2020.

Além de recusar a oferta, a cúpula rubro-negra ainda informou ao estafe de Vinicius Souza que a ideia é oferecer um projeto de carreira ao jogador e, com isso, renovar o vínculo do volante, que atualmente vai até dezembro de 2021.

Antes de ter a oferta de compra, o Flamengo já havia negado sondagens de clubes brasileiros e europeus que demonstraram interesse no empréstimo de Vinicius Souza. A reportagem apurou que Athletico-PR e Red Bull Bragantino, antes da paralisação do futebol, estudaram a possibilidade de tentar a contratação do jovem. O Vasco, quando o técnico ainda era Abel Braga, também sondou o atleta.

Vinicius Souza tem 20 anos e está no Flamengo desde os 13. Na equipe profissional desde 2019, o volante, que é tratado com muito carinho por Jorge Jesus, acumula oito jogos pelo time profissional, sendo quatro na temporada passada e quatro neste ano.

O Dia: Por Venê Casagrande