Nesta terça-feira (19), a diretoria do Flamengo viajou até Brasília para se encontrar com o presidente da República, Jair Bolsonaro. A intenção da visita foi para mostrar o plano estrutural da FERJ e saber da possível volta aos treinamentos. Acompanhado de Landim, também estava o presidente do Vasco, Alexandre Campello. O Rubro-negro e o Cruzmaltino deram duas sugestões para que fosse possível a volta, porém, sem saber da proposta, muitos torcedores não curtiram a visita.

A primeira proposta, conforme noticiou o Veja, seria a contratação de leitos em hospitais privados para os funcionários que eventualmente se infectarem com o novo coronavírus. Como os jogadores já têm planos de saúde, as diretorias reservariam vagas para serem usadas por empregados que não têm condições de bancar o tratamento fora do sistema público.

Já a segunda, as diretorias sugeriram testes em moradores próximos aos CTs, para que o risco de contágio na região seja menor. Haveria um cronograma para que cada bairro fosse atendido pelo menos uma vez por semana. Os testes seriam feitos até em assintomáticos e iriam ocorrer de forma escalonada, seguindo a idade ou as áreas em que vivem as pessoas.

Márcio Tannure, chefe do departamento médico do Flamengo, disse que o clube diminuirá o número de profissionais encarregados pelos treinos dos jogadores. Os atletas chegarão ao centro de treinamento em seus próprios veículos e terão as temperaturas medidas pela máquina importada chamada PortCov, antes das atividades. Todos os jogadores serão divididos em turnos e não terão mais refeições servidas no local. Tannure acrescentou que manter os atletas treinando em casa amplia o risco de contaminação pelo vírus, já que o clube não pode monitorar as condições de saúde nem o isolamento social adotado por seus funcionários.