Na última semana, segundo informações do jornalista Venê Casagrande, o Sport enviou uma notificação extrajudicial ao Flamengo, com questionamentos sobre o pagamento de R$5,6 milhões referentes à renovação de contrato de Renê, divulgado no balanço financeiro do clube. Nesta segunda (18), ainda conforme o jornalista, a empresa MP eventos, responsável por parte dos direitos econômicos do lateral, esclareceu que o Sport não tem direito a nenhum valor pela renovação do atleta.

A questão é a seguinte: de acordo com Venê, em 2014, enquanto Renê ainda pertencia ao Sport, o jogador, o clube e a empresa MP Eventos assinaram uma concessão de direitos econômicos, quando o clube Pernambucano cedeu parte dos direitos do atleta à empresa. Em 2017, ambas as partes envolvidas refizeram o acordo e ratificaram os termos de 2014.

Quando o Flamengo negociou a compra de Renê e desembolsou R$3,5 milhões ao Sport, o clube optou por não repassar nenhuma parte do montante à Empresa, cedendo, assim, o restante dos direitos econômicos que lhe pertenciam. Sendo assim, 50% dos direitos de Renê pertencem ao Flamengo, e os outros 50%, à MP Eventos.

Em 2019, durante a renovação de contrato do lateral, o Rubro-Negro decidiu adquirir mais 25% do atleta, desembolsando cerca de R$5,6 milhões e garantindo 75% dos direitos, valor que pertence apenas à MP Eventos. No entanto, todos os acordos de ‘transferência’ dos direitos de Renê foram feitos pela antiga diretoria do Sport.

Ainda conforme divulgado pelo jornalista, após a notificação extrajudicial, a MP Eventos respondeu aos questionamentos da nova gestão do Sport Clube Recife e esclareceu que o clube Pernambucano não tem direito a receber nenhum valor referente ao lateral-esquerdo.

Fonte: Coluna do Flamengo

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