Assim era a escalação do Flamengo campeão brasileiro de 2009; confira

Candidato ao rebaixamento, o ​Flamengo de 2009 conseguiu o impossível ao conquistar o Campeonato Brasileiro daquele ano. O rubro-negro carioca largou muito mal no torneio e era inimaginável pensar em algo além da briga contra o descenso inédito na história do clube, no entanto, os comandados pelo interino Andrade quebraram barreiras e conquistaram o título na última rodada. Confira abaixo a base titular daquela equipe ‘inusitada’ no coração dos flamenguistas.


Bruno

À época, Bruno vivia um momento espetacular e era um dos principais goleiros do país, sendo até cotado na Seleção Brasileira, com suas grandes defesas e bela batida na bola. Porém, o camisa 1 acabou com sua carreira após envolvimento no assassinato da modelo Eliza Samúdio.


Léo Moura

Ídolo, o lateral-direito Léo Moura era uma das peças mais importantes daquele limitado elenco. O experiente jogador passava por uma grande fase e foi um dos destaques da competição, sendo escalado em várias seleções do campeonato. Atualmente, o atleta de 41 anos defende o Botafogo-PB.


Ronaldo Angelim

Ronaldo Angelim foi um dos zagueiros mais “raiz” dos últimos anos no futebol brasileiro. Sério, o jogador não era brilhante, mas foi fundamental para o sistema defensivo e para a conquista do título, inclusive marcou o gol contra o ​Grêmio, na última rodada, que garantiu o hexacampeonato.


David Braz

David Braz chegou ao clube com a dura missão de substituir o eterno capitão Fábio Luciano e deu conta do recado. O zagueirão, que também marcou “na final”, foi importante para organizar a zaga rubro-negra e ocasionalmente também auxiliava no ataque.

Vale destacar também o papel de outro zagueiro do elenco: Álvaro. O jogador desembarcou no Rio de Janeiro sob críticas e desconfiança, mas logo conquistou seu espaço.


Juan

O lateral-esquerdo Juan era o ‘marrento’ do grupo, com boa qualidade técnica, habilidade na canhota e um temperamento difícil. O jogador era um dos nomes mais reconhecidos pela torcida, mas uma lesão prejudicou parte de sua temporada e o atleta não conseguiu apresentar o futebol que se esperava. Ainda assim, o ‘Baixinho’ não comprometeu e conseguiu ser útil.


Airton

Airton surgiu em 2008 e sofria muitas críticas por conta de seu estilo de jogo agressivo, porém, em 2009, o volante cresceu com o técnico Andrade e foi essencial para o encaixe no meio de campo. Versátil, o jogador também fez contribuições como zagueiro.


Toró

O 13º jogador. Toró era um dos ‘preferidos’ de Joel Santana, mas acabou perdendo espaço na troca de treinador e chegadas de Maldonado e Willians. O volante não tinha grande capacidade técnica, mas cumpria seu papel como destruir de jogadas.


Willians

Willians era o tipo de marcador que nenhum adversário deseja enfrentar: veloz e monstro na roubada de bola, além de deixar ‘tudo em campo’. O volante foi o líder em desarmes no Brasileirão de 2009 e era um dos xodós da Nação Rubro-Negra.


Petkovic

Aos 37 anos, o sérvio Petkovic chegou ao Flamengo em uma negociação para diminuir dívidas do clube com o jogador, mas acabou sendo o coração e o cérebro daquele time. O meia não tinha a velocidade de outras temporadas, mas organizava a equipe como poucos no futebol brasileiro, além de ter marcado dois ‘Gols Olímpicos’ e dado diversas assistências.


Zé Roberto

Zé Roberto ou “Zé Cachaça”, como chamava a torcida, teve uma temporada de extremos, tendo passado a maior parte do primeiro semestre no banco de reservas (e sofrer muitas críticas) e o segundo como um dos grandes destaques da campanha do hexa.


Adriano

“O Imperador voltou”, era o principal grito da Nação Rubro-Negra em 2009. Adriano retornou ao Flamengo para fazer história e fez. Artilheiro com 19 gols em 30 partidas, o camisa 10 foi o principal jogador do time e, apesar das sumidas e polêmicas, soube assumir a responsabilidade e ganhou definitivamente o status de ‘ídolo’ do clube. 

90min: Antonio Mota Filho

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