Flamengo não deve reduzir salário de atletas, mesmo em meio à paralisação por coronavíruas

O Flamengo levantou três taças neste ano: Supercopa do Brasil, Taça Guanabara e Recopa Sul-Americana. Além disso, o Rubro-Negro venceu os dois jogos que disputou na Libertadores da América, comprovando o bom momento vivido na temporada. Porém, devido ao surto do coronavírus, o time carioca tivera que suspender completamente as atividades, tanto no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu quanto na sede da Gávea.

Com a suspensão total das atividades, o Flamengo poderia diminuir, em até 25%, o salários dos jogadores. Porém, o Rubro-Negro optou por não agir dessa forma e vai continuar arcando com os vencimentos dos atletas no valor cheio, sem desconto algum. A informação foi divulgada primeiramente pelo site do Globo Esporte.

Caso o Flamengo optasse por descontar os valores dos salários dos jogadores, o clube estaria respaldado nas leis trabalhistas do Brasil: “Em caso de força maior ou prejuízos devidamente comprovados, a redução geral dos salários dos empregados da empresa, proporcionalmente aos salários de cada um, não podendo, entretanto, ser superior a 25% (vinte e cinco por cento), respeitado, em qualquer caso, o salário mínimo da região“, diz o artigo 503 da CLT.

O Flamengo, no entanto, garante que não fará qualquer abatimento nos vencimentos dos atletas. Para este ano, o Rubro-Negro previu no orçamento um gasto de cerca de R$ 25 milhões por mês com salários e direitos de imagem. Devido ao surto do coronavírus, o Fla suspendeu as atividades até a segunda-feira (23), no mínimo, mas a tendência é prorrogar este tempo. Os jogadores receberam uma programação para treinos particulares durante o período.

FONTE: colunadofla

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