6 técnicos campeões do Brasileirão que estão sumidos do futebol

Divulgação/Cruzeiro

Os campeões do Brasileirão são sempre lembrados, mas seus comandantes nem tanto. Você sabe por onde andam alguns treinadores campeões brasileiros?

Motivado pelo aniversário de Marcelo Oliveira, que completa 65 anos nesta quarta (4) e é um dos membros da lista, o Torcedores apresenta abaixo 6 técnicos que conquistaram o Brasileirão, mas que estão “sumidos”:

Marcelo Oliveira
Bicampeão pelo Cruzeiro em 2013 e 2014, Marcelo ainda foi campeão da Copa do Brasil pelo Palmeiras, mas decaiu. Deixou o Fluminense antes do fim do Brasileirão de 2018 e não foi mais contratado por nenhum clube.

Andrade
Campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, nunca mais assumiu clube algum da elite e rodou por times pequenos como Brasiliense, Paysandu, Boavista-RJ, entre outros. Seu último registro foi no Petrolina, de Pernambuco, em 2017.

Emerson Leão
Campeão brasileiro como comandante dos jovens do Santos em 2002, Leão rodou em vários outros clubes e não repetiu o mesmo sucesso. Seu último registro é de 2017, quando foi coordenador técnico da Portuguesa. Como treinador, esteve no comando do São Caetano em 2012.

Jair Picerni
O veterano foi o comandante do Sport na conquista do polêmico Brasileirão de 1987 e passou por gigantes como Palmeiras e Atlético-MG. O treinador, porém, não trabalha desde 2012, quando comandou o União São João de Araras.

Nelsinho Rosa
Treinador conhecido no Rio de Janeiro na década de 1980, conquistou o Brasileirão pelo Vasco em 1989 e rodou por vários clubes até parar poucos anos depois. Seu último registro foi como coordenador técnico do Madureira, em 2012.

Evaristo de Macedo
Comandante do esquadrão do Bahia no segundo título brasileiro do clube em 1988, Evaristo de Macedo está oficialmente aposentado do cargo de treinador desde 2007, quando treinou o Santa Cruz.

Nelsinho Baptista
Campeão brasileiro pelo Corinthians em 1990, Nelsinho passou ainda por Cruzeiro, São Paulo e Flamengo antes de ter passagem marcante pelo Sport e deixar o Brasil em 2009 para viver sua aventura no futebol japonês. Por lá, é ídolo do Kashiwa Reysol, clube que treinou até 2014, quando saiu para comandar o Vissel Kobe, onde ficou por duas temporadas e voltou ao Kashiwa, onde está até hoje.

FONTE: torcedores

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