Landim afirma querer pagar indenizações, mas diz que o Flamengo ‘não pode aceitar qualquer pedido absurdo’

Landim afirma querer pagar indenizações

Nesse sábado (08), completou-se um ano do incêndio do Ninho do Urubu, que causou a morte de dez jovens das categorias de base do Flamengo. Na madrugada do dia 8 de fevereiro de 2019, um curto-circuito em um ar-condicionado resultou na maior tragédia da história do clube, que tirou a vida de Athila Paixão, Arthur Vinicius, Bernardo Pisetta, Christian Esmério, Gedson dos Santos, Jorge Eduardo, Pablo Henrique, Rykelmo Viana, Samuel Thomas e Vitor Isaías.

Em entrevista ao programa No Mundo da Bola, do canal TV Brasil, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim falou que o clube deseja resolver a questão das indenizações com as famílias. No entanto, Landim também comentou que o clube não aceitará qualquer valor solicitado que seja considerado um “absurdo”, como o presidente destacou.

— O Flamengo quer resolver isso, se você está falando resolver economicamente. Mas o Flamengo não pode aceitar qualquer pedido absurdo de valor que venha a ser feito. Mas concordo (que seria um título), concordo que seria excelente se chegássemos a um acordo. 

Oficialmente, o Flamengo se diz aberto a conversas com familiares, garante prestar todo apoio solicitado e também pagar o valor mensal determinado pela justiça, que é de R$ 10 mil. Até então, dentre as que tiveram vítimas fatais, apenas as famílias de Vitor Isaías, Gedson Santos e Athila Paixão fecharam acordo com o clube, além do pai de Rykelmo – é separado da mãe, e o acerto conta como individual.

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